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Monte Sinai

 
13 - Quem Mudou o Sábado?

 

 

 

Porque milhões guardam o domingo, o sábado falsificado?

1. Desde o começo do mundo somente existe um sábado verdadeiro - o sétimo dia da semana, do pôr de Sol da sexta-feira ao pôr de Sol do sábado. É o dia que Deus abençoou e santificou e no qual descansou de Sua obra criativa. Ver Êxodo 20:8-11. Não há o menor sinal onde quer que seja de que o sábado tenha sido ou será mudado do sétimo dia para qualquer outro dia da semana.

2. Contudo, encontramos milhões de professos crentes na Bíblia hoje que não observam o sábado como um dia santo, e que em lugar dele estão observando o domingo.

3. No livro de Daniel o surgimento de um poder religioso apóstata é predito e a natureza de sua obra maligna - a de causar uma brecha na sagrada lei de Deus - é assinalada.

4. No sétimo capítulo de seu livro, Daniel descreve uma visão que Deus lhe deu com respeito a quatro impérios mundiais sucessivos que deveriam levantar-se entre aquela geração e o tempo do fim. No segundo capítulo de Daniel encontramos esses quatro impérios simbolizados por quatro diferentes partes metálicas de uma imagem profética enquanto no sétimo capítulo são simbolizados por quatro animais - um leão, um urso, um leopardo e um animal indescritível.

5. Que esses animais são símbolos de reinos é assim plenamente declarado:

- "Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, [ou reinos] que se levantarão da Terra. . . . O quarto animal será um quarto reino na terra."

6. Todo estudante de História bem informado sabe que houve apenas quatro grandes impérios mundiais desde o tempo de Daniel, nem mais nem menos. São os seguintes: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Ninguém, a não ser o Deus do céu, poderia ter dado a Daniel predição tão singular e exata abrangendo milhares de anos da história futura.

7. Foi o quarto reino - Roma, que despertou maior atenção do profeta. Citamos: o "Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal." Verso 19.

Disse o anjo em sua resposta:

- "O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorará toda a Terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis.'; Daniel 7:23, 24.

8. Segundo essa predição, Roma deveria "devorar" ou conquistar "toda a terra." Depois se dividiria em dez reinos. A História, serva da profecia, confirma tal predição. Roma conquistou a maior parte do mundo então conhecido por séculos, mas entre os anos 351 e 476 E.C., as tribos bárbaras invadiram Roma Ocidental a partir do norte e dividiram-na nos seguintes dez reinos, a maior parte dos quais permanece até hoje: os burgundos (Suíça), anglo-saxões (Inglaterra), francos (França), suevos (Portugal), visigodos (Espanha), lombardos (Itália), alemanes (Alemanha) enquanto os hérulos, vândalos e ostrogodos foram destruídos posteriormente.

Saiba mais, lendo o estudo:

É Vergonhoso ser considerado Ariano?

9. A profecia antecipava certos acontecimentos que se seguiriam à divisão do império romano nos dez reinos:

- Depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis." Verso 24.

Em outras palavras, após a queda do império romano, erguer-se-ia outro poder que seria diferente dos outros reinos. Em que respeitos deveria esse reino posterior diferir dos reinos restantes? A própria profecia nos informa. O verso 25 nos diz que seria um poder religioso que pretenderia instituir leis religiosas contrárias à lei de Deus. Esse quarto reino, portanto, é uma hierarquia que exerce domínio tanto político quanto religioso. E esse poder político-religioso logo se levantou após a divisão de Roma Ocidental e é conhecido na História como o papado, ou a Igreja Católica Romana. A profecia acima informa-nos adicionalmente que esse poder deveria abater "a três reis." Antes que o papado pudesse obter domínio indisputado na esfera religiosa e política, teve que vencer três reinos arianos opositores - os hérulos em 493 E.C., os vândalos em 534 E.C. e os ostrogodos em 538 E.C. Um notável decreto de Justiniano, que se tornou vigente em 538 E.C., marca o início do longo período de supremacia papal com respeito ao que teremos mais a dizer.

Nos versos seguintes a pena profética delineia o verdadeiro caráter e a história da Igreja Católica Romana:

10. "Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo." Daniel 7:25.

11. Essas palavras encontram seu completo cumprimento no papa e na Igreja Católica Romana. O papado realmente proferiu grandes palavras contra o Altíssimo Uma das obras de responsabilidade do catolicismo declara:

"O papa é de tão grande dignidade e tão exaltado que não é um mero homem, mas é como se fosse Deus e o vigário de Deus...

"O papa é como se fosse Deus sobre a terra, único soberano dos fiéis . . ., principal rei dos reis, tendo plenitude de poder, a quem foi confiado da parte do onipotente Deus a direção não só do reino terrestre mas também do celestial.

"O papa é de tão grande autoridade e poder que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas. . . . Petrus de Ancharano [m.14161claramente afirma isso em Consil. 373, n. 3 verso: 'O papa pode modificar a lei divina, uma vez que seu poder não procede do homem, mas de Deus, e ele pode agir no lugar de Deus sobre a Terra, com o mais completo poder de prender e soltar suas ovelhas"' - Excertos de Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, Vol. 6, p. 29, art. ''Papa" (Veneza, Itália, 1772).

12. Certo pontífice papal proferiu essas blasfemas palavras:

"Nós [os papas] ocupamos sobre a Terra o lugar de o Deus Todo-Poderoso." - Papa Leão XIII em sua encíclica "A Reunião da Cristandade," datada de 20 de junho de 1894 na The Great Encyclical Letters of Leo XIII, p. 304 (Benziger Bros., New York City: 1903).

 

13. O profeta Daniel nos oferece pistas adicionais para identificarmos esse "homem do pecado."

Ele consumiria "os santos do Altíssimo." Como predito na Palavra profética, a igreja Católica Romana tem consumido, ou perseguido, os filhos de Deus por recusarem aceitar suas falsas doutrinas e enganos. Citamos as autoridades seguintes com respeito a essas perseguições:

14. "As ferozes crueldades do Duque de Alva da Holanda; os sangrentos martírios do reino da Rainha Maria; a extinção pelo fogo e espada da Reforma na Espanha e Itália, Portugal e Polônia; o Massacre de São Bartolomeu; as longas e cruéis perseguições aos huguenotes, e todas as infâmias e barbarismos da revogação do Edito de Nantes que lançou seus refugiados a toda praia da Europa foram perpetrados por Roma papal. Suas vítimas foram inumeráveis. Somente na Espanha, Lorentz calcula como vítimas da Inquisição 31.912 queimados vivos e 291.450 ditos penitentes, forçados à submissão mediante 'água, pesos, fogo, estaca e todo aparelho com que os nervos pudessem ser esticados sem se romperem, e os ossos forçados sem se quebrarem, e o corpo contorcido desnaturalmente sem liberar a alma."' - H. Grattan Guinness, Key to the Apocalypse, págs. 91-94 (Hodder e Stoughton, Londres: 1899).

15. "Tem-se calculado que os papas de Roma mataram direta ou indiretamente por causa de sua fé, cinqüenta milhões de homens e mulheres que recusaram participar de idolatrias romanas e que se apegaram à Bíblia como sendo a Palavra de Deus." - H. Grattan Guinnes, The Approaching End of the Age, 4? ediç., pág. 212 (Hodder and Staughton, London: 1880).

16. A hierarquia papal tem perseguido dissidentes religiosos e as ensangüentadas mãos dos inquisidores têm-se estendido para alcançar os judeus. Quando a Rainha Isabel da Espanha designou o sacerdote Tomás de Torquemada para inquisidor-chefe, em 17 de outubro de 1483, isso marcou o início da trágica experiência dos judeus espanhóis que culminou com sua expulsão da Espanha no ano de 1492. Ver The Jewish Encyclopedia, vol. 6, págs. 590-603, art. "Inquisition": vol. 2, págs. 338-342, art. Auto da Fé."

17. O profeta Daniel também predisse que esse poder pretenderia intrometer-se com a imutável lei de Deus - os Dez Mandamentos. Citamos:

- "Cuidará em mudar os tempos e a lei." Daniel 7:25.

18. Nenhum outro poder enquadra-se nessa moldura profética tão bem quanto a Igreja de Roma. O papado é o único sistema religioso que pensou em alterar a lei de Deus. A fim de dar lugar à adoração de imagens, a Igreja Romana virtualmente eliminou o segundo mandamento em vista de que tal mandamento proíbe tal culto idolátrico.

19. Contudo, seu desafio mais tremendo á autoridade de Deus está em sua tentativa de mudar o santo sábado do Senhor. O papado instituiu a observância do domingo - remanescente do culto ao Sol - em lugar do sábado do sétimo dia divinamente ordenado, permanente memorial da criação de nosso planeta. A liderança papal, contudo, livremente admite ser responsável por tal substituição. Citamos do The Convert's Catechism of Catholic Doctrine, por Peter Geiermann, edição de 1957, pág. 50 (que recebeu a bênção apostólica do Papa Pio X em 25 de janeiro de 1910):

"P. - Qual é o dia de descanso?

"R. - O sétimo dia da semana, chamado sábado.

"P. - Por que observamos o dia de domingo em lugar do sábado?

"R. - Observamos o domingo em lugar do sábado porque a igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo."

20. Citamos de outra fonte papal:

"P. - Tens qualquer outro meio de provar que a Igreja [Católica] detém o poder para instituir festas de preceito?

"R. - Não tivesse ela tal poder e não poderia ter feito o que fez, com o que todos os religionistas modernos concordam; - ela não poderia haver instituído a observância do domingo, o primeiro dia da semana em lugar da observância do sábado, o sétimo dia, uma mudança para a qual não existe autoridade escriturística." - Stephen Keenan, A Doctrinal Catechism, terceira edição americana (revista), pág. 174 (T. W. Strong, Edward Duningan e Bro., 1876). Essa obra foi aprovada pelo Mui Reverendo John Hughes, arcebispo de Nova Iorque (grifos nossos).

21. As duas admissões seguintes por autoridades católicas romanas são muito esclarecedoras.

"Podeis ler a Bíblia desde Gênesis até Apocalipse e não encontrareis uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras determinam a observância religiosa do sábado, dia que jamais santificamos."

E The Catholic Mirror de 9 de setembro de 1893 tinha isto a dizer:

"É impossível encontrar no Novo Testamento a mais leve interferência pelo Salvador ou Seus Apóstolos no que se refere ao sábado original. ... Daí a conclusão inevitável é: dos que seguem a Bíblia como seu guia, os israelitas e os adventistas do sétimo dia têm o exclusivo peso da evidência do seu lado," etc. - The Christian Sabbath, pág. 8 (The Catholic Mirror Co., Baltimore, Md.: 1905).

Louis Veuillot, a quem o Papa Leão XIII honrou com o título de "Pai Leigo do Ano" entre os católicos romanos, declarou que "quando chegar o tempo e os homens reconhecerem que o edifício social precisa ser reconstruído segundo os padrões eternos, seja isso amanhã ou séculos no futuro, os católicos arranjarão as coisas para se conformarem com seus padrões. . . . Tornarão obrigatória a observância do domingo em benefício da totalidade da sociedade e para seu próprio bem, revogando a permissão para livre-pensadores e judeus celebrarem incógnitos, segunda-feira ou sábado por sua própria iniciativa. Aqueles que se virem incomodados por isso terão de conformar-se. O respeito não será negado ao Criador nem o repouso à criatura simplesmente para agradar a certos maníacos cuja frenética condição faz com que estúpida e insolentemente bloqueiem a vontade de todo um povo. . . .

"Em resumo, a sociedade católica será católica, e os dissidentes que ela há de tolerar conhecerão sua caridade, mas não terão permissão para romper esta unidade." - The Liberal Illusion, traduzido por Dr. George O'Toole, segunda impressão, págs. 63, 64 (National Catholic Welfare Conference, Washington, D.C.: 1939).

22. Em sua encíclica Mater et Magistra (Cristianismo e Progresso Social), publicada em Roma no dia 15 de maio de 1961, o Papa João XXIII chamou a atenção da humanidade ao preceito do sábado do sétimo dia do Decálogo (Êxodo 20:8-11) e declarou: "A Igreja Católica tem determinado por muitos anos que os cristãos observem esse dia de repouso no domingo, ... E assim, levando em conta as necessidades da alma e do corpo, exortamos, por assim dizer, com as palavras do próprio Deus, a todos os homens, sejam oficiais públicos ou representantes de administração e trabalho, que observem essa ordem do próprio Deus e da Igreja Católica, e considerem em suas almas que têm uma responsabilidade diante de Deus e da Sociedade a este respeito." - Seções 249-253, pág. 76 (Paulist Press. New York City: 1961). Assim, a grande crise para judeus e outros que fielmente observam o sábado do sétimo dia em obediência à lei de Deus ainda se faz presente e se tornará ainda maior antes que o Messias venha em Sua glória real para libertar Seu povo.

23. Para sintetizar nossa investigação: 0 profeta inspirado predisse muitos séculos em avanço que um poder religioso tentaria modificar o Decálogo. Vemos que essa tentativa foi feita pelo papado. Aprendemos também que a Igreja Católica Romana confessa que instituiu essa mudança e que essa substituição é contrária tanto às Escrituras dos judeus como dos cristãos. Assim, pelo testemunho combinado das Escrituras, da História e de porta-vozes católicos temos confirmado que foi o papado que intentou fazer uma brecha na imutável lei de Deus. Como pôde o profeta Daniel com tal exatidão descrever esse poder séculos antes de seu surgimento real a menos que houvesse recebido divina iluminação?

24. Após ter descrito a obra do papado, o profeta prossegue dizendo, no que concerne ao povo de Deus e Sua lei:

- "Os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo." Daniel 7:25, últ. parte.

Esta parte do livro de Daniel foi descrita pelo profeta em língua aramaica. A palavra aramaica para "tempo" nesta passagem é `iddan, significando um ano; o termo "tempos" é `iddanin, significando dois anos; enquanto a expressão "metade de um tempo" é uphlag `iddan, meio ano: sendo o total disso três anos e meio, ou quarenta e dois meses.

Na Bíblia um dia simbólico equivale a um ano literal. Eis um bom exemplo desta regra:

- "Tu pois, o filho do homem, toma um tijolo, e pô-lo-ás diante de ti, e grava nele uma cidade, a cidade de Jerusalém; e põe contra ela uma tranqueira; e coloca contra ela arraias, e põe-lhe aríetes em redor. Toma também uma sertã de ferro, e põe-na por muro de ferro entre ti e a cidade; e olha para a cidade, e ela será cercada, e tu a cercarás; isso servirá de sinal para a casa de Israel. Tu também deita-te sobre o teu lado esquerdo, e põe sobre ele a iniqüidade da casa de Israel; conforme o número dos dias em que te deitares sobre ele, levarás a sua iniqüidade. Pois eu fixei os anos da sua iniqüidade, para que eles te sejam contados em dias, trezentos e noventa

dias; assim levarás a iniqüidade da casa de Israel. E quando tiverem cumprido estes dias, deitar-te-ás sobre o teu lado direito, e levarás a iniqüidade da casa de Judá; quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Ezequiel 4:1-6.

Em vista de Israel ter-se rebelado contra Deus em Cades, quando os doze espias retornaram após 40 dias de espiar a terra de Canaã, Ele disse: "Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, a saber, quarenta dias, levareis sobre vós as vossas iniqüidades por quarenta anos, um ano por dia, e conhecereis a minha oposição." Números 14:34.

Em Daniel 7 estamos considerando esses símbolos como um leão, um urso, um leopardo, uma fera indescritível e 11 chifres, que representam certos poderes terrestres que exerceram domínio no mundo. Isto é, simbolizam os impérios de Babilônia, Media-Pérsia, Grécia, Roma e os reinos europeus em que o império romano foi dividido, inclusive o papado.

25. A duração da supremacia papal seria de "um tempo, e tempos, e metade de um tempo." Verso 25. A palavra aramaica traduzida aqui como "tempo" nessa expressão é `iddan, empregada em Daniel 4:13, 20, 22, 29 para indicar um período de um ano. Ver Josephus, Jewish Antiquities, liv. 10, cap. 10, sec. 6.

Comentando Daniel 7:27, portanto, o Dr. Judah J. Slotki destacou com precisão: "Corretamente, os comentaristas modernos traduzem 'um ano, e dois anos e metade de um ano," - Daniel, Ezra Nehemiah, pág. 63 (Soncino Press, London: 1966).

Pressupondo-se que um ano simbólico na profecia bíblica consiste em 12 meses de 30 dias cada, três períodos e meio desses são iguais a 1260 dias. De acordo com a regra profética de um dia para um ano, devem ser considerados como 1260 anos literais Isso significa, portanto, que o período de supremacia papal referido eira Daniel 7:25 duraria 1260 anos.

26. Num parágrafo anterior declaramos que 538 E.C. assinalava o início da supremacia papal; portanto esta data deve ser o inicio desse período de 1260 anos. Em seu erudito e fascinante livro Daniel and Revelation, Uriah Smith tem um interessante comentário:

"0 edito do imperador [romano] Justiniano, datado de 533 A.D. [E.C.1 tornou o bispo de Roma o cabeça de todas as igrejas. Mas esse edito não podia ter vigência até que os ostrogodos arianos, o último dos três chifres que foram aniquilados para dar lugar ao papado, fossem expulsos de Roma; e isso não foi conseguido, como já demonstrado, até 538 A.D.[E.C.1. (Ver pág. 127). 0 edito não seria de valor caso esse acontecimento posterior deixasse de cumprir-se; assim, a partir desse último ano é que temos de iniciar o cômputo, uma vez que foi esse o ponto mais remoto em que os santos em realidade estiveram na mãos desse poder. A partir desse ponto teve o papado supremacia por 1260 anos? Perfeitamente. Pois 538 + 1260 = 1798; e no ano de 1798, o General Berthier, com um exército francês, entrou em Roma, proclamou a República, levou o papa prisioneiro e infligiu uma ferida mortal sobre o papado. ...

"A queda do papado em 1798 assinalou a conclusão do período profético dos 1260 anos e constituiu-se na 'ferida mortal' . . . a sobrevir sobre esse poder," etc. - Págs. 145, 146 (Southern Publishing Association, Nashville, Tenn.: 1944).

"Em 1870 os exércitos de Vitor Emmanuel retiraram o poder temporal do papa no mesmo ano em que o Vigésimo Concílio Ecumênico [do Vaticano] decretou a infalibilidade do papa quando ... ele define uma doutrina concernente à fé e à moral.

Daí em diante os papas fizeram-se como, prisioneiros no Vaticano, em Roma, até a assinatura da concordata com a Itália em 1929, o que restaurou 'seu domínio' sobre a cidade do Vaticano, uma pequena secção da cidade de Roma." - Id., pág. 146.

27. As Escrituras, contudo, predisseram que esse sério golpe sofrido pelo papado deveria ser curado. Essa cura tem estado em processo ao longo das poucas décadas no passado. Todo o mundo se impressionou quando em 11 de fevereiro de 1929 uma concordata entre o primeiro ministro Benito Mussolini e o Cardeal Pacelli (que depois se tornou o Papa Pio XII) foi assinada, restaurando o papa de Roma como soberano temporal sobre a cidade do Vaticano. Essa concordata imediatamente produziu manchetes de primeira página em todo o mundo. Em seu número de 12 de fevereiro de 1929, The San Francisco Chronicle apresentava em sua página frontal uma fotografia do Cardeal Pacelli e Mussolini coma significativa declaração: "CURA-RA-SE FERIDA DE MUITOS ANOS." Desse modo, a primeira página de um jornal ecoava as próprias palavras usadas pelo profeta bíblico para predizer esse histórico evento!

28. A brecha feita na lei de Deus ao tempo da mudança do sábado por parte da Igreja Católica devia ser reparada. Isso foi claramente predito:

- "E os que de ti procederem edificarão as ruínas antigas; e tu levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador de brecha, e restaurador de veredas para morar. Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs: então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse." Isaías 58:12-14.

29. 0 profeta aqui descreve um povo que, num tempo de geral afastamento do padrão da verdade divina - os Dez Mandamentos - procura restaurar os princípios que são o fundamento do governo divino. São os reparadores da brecha quesolini coma significativa declaração: "CURA-RA-SE FERIDA DE MUITOS ANOS." Desse modo, a primeira página de um jornal ecoava as próprias palavras usadas pelo profeta bíblico para predizer esse histórico evento!

28. A brecha feita na lei de Deus ao tempo da mudança do sábado por parte da Igreja Católica devia ser reparada. Isso foi claramente predito:

o "E os que de ti procederem edificarão as ruínas antigas; e tu levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador de brecha, e restaurador de veredas para morar. Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs: então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse." Isaías 58:12-14.

29. 0 profeta aqui descreve um povo que, num tempo de geral afastamento do padrão da verdade divina - os Dez Mandamentos - procura restaurar os princípios que são o fundamento do governo divino. São os reparadores da brecha que foi feita na lei de Deus. Esses devem apresentar-se perante o mundo corno reformadores religiosos que demonstram que a lei de Deus é o fundamento de toda reforma duradoura e que o sábado do quarto mandamento deve permanecer como o memorial designado por Deus para a criação, o sinal do verdadeiro culto.

30. As Escrituras Sagradas declaram que antes da vinda do Messias uma mensagem deve ir a todo o mundo para advertir homens e mulheres por toda parte contra a incursões desse sistema religioso apostata e seu sábado falsificado. Daí em diante todos terão que escolher entre honrar o Criador e Seu memorial ou prestar homenagem ao papado e sua instituição, o domingo.

31. Alguns anos atrás um trem de passageiros ia velozmente rumo a Nova Iorque enquanto outro corria na direção oposta.

Houve urna colisão frontal. O maquinista ficou preso sob sua máquina; o sangue corria de suas narinas e lágrimas lhe corriam pela face. Ele segurava um pedaço de papel e sussurrou pouco antes de cair em inconsciência "Tome isto. Servirá para mostrar que alguém me deu instruções erradas "

32 O Deus de Israel, o Criador do céu e Terra deu-nos instruções corretas quando ordenou "Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Todos quantos honram ao Senhor por obediência implícita a Seu mandamento para observar o sétimo dia, serão objetos de Sua honra quando:

- "O reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo O Seu reino será um reino eterno, e todos os dominios o servirão, e Lhe obedecerão." Daniel 7.27.

 

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